Editores da série MOC: Antonio Carlos Buzaid - Fernando Cotait Maluf - William Nassib William Jr. - Carlos H. Barrios

Editor-convidado: Caio Max S. Rocha Lima

Vídeo-MOC

VOLUME 13 ● NÚMERO 29

IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA CLÍNICA – ESTUDO RxPONDER

A avaliação prognóstica do câncer de mama localizado e, consequentemente, a indicação de tratamento sistêmico adjuvante foi por muito tempo baseada apenas em critérios clínico-patológicos da doença apresentada, tais como a expressão de receptores hormonais, a expressão de Ki-67 e a presença ou não de comprometimento linfonodal axilar.1–3 Porém, a análise de tais fatores pode, por vezes, ser inadequada e com reprodutibilidade variável na prática clínica.4

Desta maneira, a incorporação de plataformas de análise multigênicas, como, o teste Oncotype DX Breast Recurrence Score®  no dia a dia do oncologista clínico trouxe como benefícios, não apenas uma melhor estratificação prognóstica de cada paciente individualmente, mas também a possibilidade de avaliar dados preditivos sobre o benefício do uso de quimioterapia adjuvante em diferentes cenários clínicos.5,6 Em relação a esta avaliação preditiva, o estudo RxPONDER conduziu uma avaliação muito relevante acerca do benefício da quimioterapia adjuvante especificamente em pacientes com linfonodo positivo e com resultados Recurrence Score® entre 0 e 25, além de analisar diferentes subgrupos de pacientes com resultados neste intervalo.7

No Vídeo-MOC acima, a Dra. Debora de Melo Gagliato, oncologista clínica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, apresenta uma excelente revisão sobre a avaliação prognóstica e preditiva do tratamento adjuvante do câncer de mama localizado com linfonodo positivo e, na sequência, participa de um debate sobre casos clínicos complexos com o Dr. Antonio C. Buzaid, editor do MOC.

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Referências:

  1. Li Y, Yang D, Yin X, et al. Clinicopathological Characteristics and Breast Cancer–Specific Survival of Patients With Single Hormone Receptor–Positive Breast Cancer. JAMA Netw Open. 2020;3(1):e1918160-e1918160. doi:10.1001/JAMANETWORKOPEN.2019.18160
  2. Nitz U, Gluz O, Christgen M, et al. Reducing chemotherapy use in clinically high-risk, genomically low-risk pN0 and pN1 early breast cancer patients: five-year data from the prospective, randomised phase 3 West German Study Group (WSG) PlanB trial. Breast Cancer Res Treat. 2017;165(3):573-583. doi:10.1007/S10549-017-4358-6
  3. Dowsett M, Cuzick J, Wale C, et al. Prediction of risk of distant recurrence using the 21-gene recurrence score in node-negative and node-positive postmenopausal patients with breast cancer treated with anastrozole or tamoxifen: a TransATAC study. J Clin Oncol. 2010;28(11):1829-1834. doi:10.1200/JCO.2009.24.4798
  4. Polley MYC, Leung SCY, Gao D, et al. An international study to increase concordance in Ki67 scoring. Mod Pathol. 2015;28(6):778-786. doi:10.1038/MODPATHOL.2015.38
  5. Sparano JA, Gray RJ, Makower DF, et al. Prospective Validation of a 21-Gene Expression Assay in Breast Cancer. N Engl J Med. 2015;373(21):2005-2014. doi:10.1056/NEJMOA1510764
  6. Sparano JA, Gray RJ, Makower DF, et al. Adjuvant Chemotherapy Guided by a 21-Gene Expression Assay in Breast Cancer. N Engl J Med. 2018;379(2):111-121. doi:10.1056/NEJMOA1804710
  7. Kalinsky K, Barlow WE, Gralow JR, et al. 21-Gene Assay to Inform Chemotherapy Benefit in Node-Positive Breast Cancer. New England Journal of Medicine. 2021;385(25):2336-2347. doi:10.1056/NEJMOA2108873/SUPPL_FILE/NEJMOA2108873_DATA-SHARING.PDF

 

 

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