Editores da série MOC: Antonio Carlos Buzaid - Fernando Cotait Maluf - William Nassib William Jr. - Carlos H. Barrios

Editor-convidado: Caio Max S. Rocha Lima

Vídeo-MOC

VOLUME 09 ● NÚMERO 15

“À medida que tratamos os pacientes com inibidores do EGFR, sabemos que não importa o quão bem o paciente responda, ele desenvolverá resistência adquirida. Os mecanismos de resistência podem ser vários, mas a maioria dos pacientes irá desenvolver uma nova mutação T790M, e, para estes pacientes, o osimertinibe, um inibidor de EGFR de terceira geração, surgiu como opção terapêutica muito eficaz”. Esta é uma afirmação do Dr. Suresh Ramalingam do Cancer Institute of Emory University, USA, convidado especial do MOC ao lado da Dra. Natasha Leighl do Princess Margaret Hospital, Canada para realização deste importante Vídeo-MOC sobre o estudo FLAURA, que levou à aprovação de osimertinibe para tratamento do câncer de Pulmão de células não pequenas com EGFR mutado.

O Dr. Ramalingam inicia o video colocando em perspectiva os dados do estudo FLAURA, que comparou osimertinibe com TKIs de primeira geração. Depois, a Dra. Leighl apresenta como fica o algoritmo atual para os pacientes com câncer de pulmão metastático com mutação sensível do EGFR. Por fim, os moderadores desta edição do Vídeo-MOC, os Drs. Antonio Carlos Buzaid e Carolina Kawamura, fazem perguntas aos convidados sobre a melhor forma de tratar alguns pacientes neste cenário.

Ao colocar os dados do estudo FLAURA em perspectiva, Dr. Ramalingam explica que seus resultados claramente estabelecem que para os pacientes com mutação no éxon 19 ou 21, o uso de osimertinibe como terapia de primeira linha demonstrou maior sobrevida livre de progressão, com 54% de redução no risco de progressão, maior atividade no cérebro e menor toxicidade, além de uma tendência de aumento de sobrevida global.

Quanto ao algoritmo, a Dra. Leighl comenta “é muito importante se afastar de terapias combinadas e realmente focar no agente único TKI com osimertinibe. Estamos avançando. É muito importante maximizar o quão bem as pessoas vão e por quanto tempo elas vivem, mas também minimizar a sua toxicidade.”

Publicado em 21/11/2018.

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