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O que mudará na conduta do MOC


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Duas semanas após a ASCO, finalizamos importantes alterações no MOC que os editores consideram como practice changing. Elas incluem as sete áreas a seguir.

    • Melanoma: Pacientes com somente linfonodo sentinela positivo não mais precisam de dissecção linfonodal.
    • Estômago: FLOT é o novo padrão-ouro na neoadjuvância para o adenocarcinoma de estômago e junção esôfago-gástrica.
    • Cólon: Três meses de XELOX (ou CAPOX) ou até mesmo FOLFOX (dados menos robustos) são adequados como adjuvantes para pacientes com T1 a T3N1.
    • Vias Biliares: Capecitabina adjuvante é beneficial em pacientes com cirurgia R0.
    • Endométrio: Radioterapia externa isolada está indicada em pacientes com câncer epitelial de endométrio precoce de alto risco e quimioterapia baseada em platina isolada, sem adição de radioterapia, está indicada em pacientes com câncer epitelial de endométrio estádio III e IVA.
    • Ovário: Não é necessário realizar dissecção linfonodal pélvica e para-aórtica em pacientes com câncer de ovário epitelial estádios IIB-IV e linfonodos não suspeitos por avaliação clínica. A cirurgia de resgate está indicada em pacientes sem comorbidades relevantes e com doença recorrente platino-sensível, na primeira recidiva, e que apresentam critérios de ressecabilidade ótima seguido de nova quimioterapia baseada em platina.
    • Próstata: Em próstata, doença metastática sensível a castração, abiraterona vai para a primeira linha.

Todos os outros capítulos do MOC também serão atualizados nos próximos dois meses.